Os vereadores de oposição se colocaram contra o
projeto e até alguns parlamentares da base seguiram o raciocínio que o objetivo
é vincular funcionários selecionados ao instituto FUNECE. Com isso os
trabalhadores passam a receber apenas uma bolsa salarial e não terão direitos
trabalhistascamarade caucaia
como férias, décimo terceiro, salário completo, entre outros.
como férias, décimo terceiro, salário completo, entre outros.
O vereador João Dalmácio (PPS) se posicionou
contrário ao projeto do Executivo destacado que não há explicação razoável que
o convença de que será bom para a população Caucaiense. E apresentou à
presidente do legislativo, vereadora Natércia Campos (PMB), pedido de vista do
projeto e sua retirada de pauta. Seu pedido foi negado.
Quem também se pronunciou contra o projeto foi o
vereador Mickauê Francklin (PR). Segundo ele, “estão querendo terceirizar os
funcionários de Caucaia”. O vereador Fabio Herlândio (SD) também se mostrou
contrário ao projeto e pediu urgência na votação, no que também foi negado.
Já a vereadora Emilia Pessoa (PSDB) estranhou o
fato de o projeto estar na pauta de votação. E lembrou de uma reunião com as
comissões, onde o texto foi analisado acordado
de que não entraria em pauta atá que todas as dúvidas fossem esclarecidas. E
indagou à mesa o porque do projeto ter ido para a pauta em primeira discussão.
“Gostaria de solicitar a jurisprudência da casa
para analisar se pode mesmo o projeto ter entrado em pauta sendo que houve
acordo para que o mesmo não entrasse enquanto não houvesse os devidos
esclarecimentos”, afirmou a vereadora.
O projeto foi aprovado em primeira discussão pela
maioria dos vereadores e seguirá para segunda discussão na próxima terça-feira,
20.
MANIFESTAÇÕES
A sessão também foi prestigiada
por uma boa parcela da população, notadamente de professores contrários ao
projeto e que denunciam a seleção feita, segundo eles, de forma fraudulenta. O
vereador Mickauê, inclusive denunciou a falta de edital.
Os manifestantes que, em
determinado momento atrapalharam o andamento da sessão gritando palavras de
ordem e vaiando os vereadores, pediam a anulação do processo seletivo. Houve,
inclusive bate boca entre uma manifestante e a vereadora Germana Sales (PMB).

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