A Prefeitura de Caucaia lança sábado, 24, campanha que
visa reconquistar o conceituado Selo Unicef perdido há mais de 8 anos. Uma
grande festa marcará o evento tendo como palco o Grêmio de Recreio e Estudos da
cidade. Apresentações artísticas e culturais fazem parte da programação. Antes,
porém, na sexta-feira, 23, às 10 horas, a primeira dama Erika Amorim concede
entrevista coletiva à imprensa para explanar o projeto.
O prefeito Naumi Amorim e sua esposa, Erika,
principal articuladora do empreendimento, não escondem a satisfação de
apresentar o Projeto Xodó contendo as principais ações a serem executadas no
âmbito das políticas públicas que vão credenciar o município a ganhar o
certificado.
O lançamento público da campanha com uma grande
festa é uma estratégia da gestão de, não somente dar publicidade, mas principalmente
envolver a sociedade caucaiense nesta empreitada. “Nós só vamos ganhar o Selo
se melhorarmos a qualidade de vida das nossas crianças e adolescentes. Para
isso acontecer, a gente precisa da ajuda das famílias. Cada apoio conta”,
afirma Erika Amorim.
O município de Caucaia quer recuperar a
certificação internacional perdida há mais de oito anos. À frente do
trabalho está Erika Amorim que, desde o início da gestão, vem articulando e
envolvendo todas as secretarias municipais. Várias reuniões aconteceram com o
núcleo gestor e até um concurso foi criado para que a população participasse escolhendo
o nome do oficial, sendo vencedor o “Projeto Xodó”.
Selo Unicef
O Selo UNICEF Município Aprovado é uma ação que visa melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes no Semiárido e na Amazônia Legal Brasileira. A iniciativa vem ajudando o Brasil no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) relacionados à população de até 17 anos.
Segundo a coordenação do Unicef são 11 indicadores
que determinaram se o município está apto ou não a receber o certificado que
credencia a cidade que se preocupa em melhorar a qualidade de vida de crianças
e adolescentes. Desse total, três são novos: obesidade infantil, gravidez na
adolescência e gestantes com sífilis em tratamento adequado.
INDICADORES ANALISADOS
1. Percentual de crianças com até um ano de idade sem registro civil
2. Taxa de abandono do Ensino Fundamental
3. Percentual de crianças na escola e com Benefício de Prestação Continuada
4. Percentual de crianças menores de cinco anos com peso alto para a idade
5. Percentual de nascidos vivos de mulheres com idade entre 10 a 14 anos
6. Percentual de gestantes com sífilis realizando tratamento adequado
7. Percentual de óbitos investigados de mulheres em idade fértil
8. Distorção idade-série nos anos finais do Ensino Fundamental
9. Percentual de óbitos infantis investigados
10. Taxa de mortalidade por causas externas entre crianças e adolescentes (10-19)
11. Percentual de adolescentes de 16 e 17 anos cadastrados no TRE
2. Taxa de abandono do Ensino Fundamental
3. Percentual de crianças na escola e com Benefício de Prestação Continuada
4. Percentual de crianças menores de cinco anos com peso alto para a idade
5. Percentual de nascidos vivos de mulheres com idade entre 10 a 14 anos
6. Percentual de gestantes com sífilis realizando tratamento adequado
7. Percentual de óbitos investigados de mulheres em idade fértil
8. Distorção idade-série nos anos finais do Ensino Fundamental
9. Percentual de óbitos infantis investigados
10. Taxa de mortalidade por causas externas entre crianças e adolescentes (10-19)
11. Percentual de adolescentes de 16 e 17 anos cadastrados no TRE

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